2012 – ESTREIA

R.1 – 16/12/2012

21 de Dezembro de 2012… A data que tem marcado a atualidade. São várias as teorias que apontam para o Apocalipse e para o Fim do Mundo. Mas porquê esse dia? E o que nos irá acontecer nesse dia? As conspirações, o Calendário Maia, o Nibiru, o apocalipse, os prós e os contras e o misticismo que envolve este dia. Tudo será analisado ao promenor, a partir de agora…

O CALENDÁRIO MAIA

Um dos principais fatores que têm contribuído para as várias teorias do Fim do Mundo em 2012, é o Calendário Maia, um calendário de contagem longa. Segundo eles, vivemos na quarta era deste calendário Maia. Segundo o Popol Vuh (registo documental da cultura Maia, produzido no Séc. XVI), nas primeiras três eras os deuses falharam mas a quarta era fora bem-sucedida, onde atualmente vivem os homens. Na contagem longa dos Maias, a última era terminou no começo do décimo quarto b’ak’tun. Um b’ak’tun equivale a aproximadamente 365 dias solares, ou seja, um ano.

A última criação terminou numa contagem longa de 12.19.19.17.19. Outro 12.19.19.17.19 ocorrerá no dia 20 de dezembro de 2012, seguido pelo início do décimo quarto b’ak’tun (data do fim da última era), 13.0.0.0.0, ou seja, o dia 21 de dezembro de 2012.

Mas não é só… Em 1957, o astrónomo Maud Worcester Makemson escreveu que “a realização do Grande Período de 13 b’ak’tuns será da maior importância para os maias.” Nove anos depois, Michael D. Coe, mais ambiciosamente, afirmou que o “Armageddon (conceito bíblico associado a uma catástrofe mundial) degeneraria todos os povos do mundo desde a sua criação, e que no dia do décimo terceiro e último b’ak’tun o universo seria aniquilado, no dia 24 de dezembro de 2012 (depois revisada para 23 de dezembro de 2012) quando o Grande Ciclo da contagem chega a sua conclusão.”.

O que acontecerá no fim da quarta era? Haverá uma quinta? E o que acontecerá nessa quinta era? Segundo o Armageddon, este conceito bíblico associado a uma catástrofe mundial será uma espécie de guerra que prepará o caminho para um tempo de paz de justiça, uma espécie de batalha final contra o Mal, que será destruído. Será isso que irá acontecer no dia 21 de Dezembro?
Mas… Já pensou se o dia 21 de Dezembro não passar de uma teoria como tantas outras? Será o dia 21, um dia como tantos outros? Altura de analisar os contras do Calendário Maia.

Antes de mais nada, é importante destacar que a contagem longa do Calendário Maia não foi mantida pelos maias contemporâneos. A sua reconstrução foi feita pelos académicos e posteriormente foi adotada a teoria que posiciona o fim de um ciclo em 2012, um teoria que serve tanto para os académicos, como para os maias contemporâneos. Isto significa dizer que, literalmente, não há certeza de que o tão falado ciclo de 2012 termine, de facto, em 2012. Pode ter terminado há anos ou ainda demorar anos para terminar.

Mas não é só… Várias cidades-estados maias aplicam a contagem longa de maneira diferente. Em Palenque (local arqueológico maia, situado no estado mexicano de Chiapas), os sacerdotes acreditavam que o ciclo terminaria após 20 b’ak’tuns e não 13.

As previsões apocalípticas de Michael D. Coe foram repetidas por outros estudiosos até o início da década de 90. Entretanto, mais tarde, pesquisadores disseram que, embora o final do 13º b’ak’tun talvez seja um motivo de comemoração, não marca o final do calendário Maia. “Não há nada em qualquer profecia maia, azteca ou da antiga América que sugira que eles profetizaram qualquer tipo de grande ou súbita mudança em 2012. A noção de que um “Grande Ciclo” que vai chegar ao fim é uma invenção completamente moderna.” - diz o estudioso dos maias Mark Van Stone.

Outras pessoas, como ancião maia Apolinario Chile Pixtun e o arqueólogo mexicano Guillermo Bernal insistem que o “apocalipse” se trata de um conceito ocidental que pouco ou nada tem a ver com as crenças maias. Esta má intrepertação do calendário de contagem longa é a base deste suposto cataclismo global.

Além disso, após o fim do décimo terceiro b’ak’tun, começará outro b’ak’tun, o décimo quarto, ou seja, o calendário maia é como o calendário que usamos atualmente. O mundo não termina a 31 de Dezembro no calendário que usamos. Após o fim de um ano, começa o outro. Após o dia 31 de Dezembro de um ano, surge o 1 de Janeiro do ano seguinte. O mesmo se passa com o Calendário Maia – após o fim de um b’ak’tun, outro começa…

Natura – ESTREIA

R.1 – 16/12/2012

A partir de hoje, todos os domingos, poderá descobrir as mais variadas espécies do planeta, as suas características, o seu modo de viver, entre outras coisas… Desde espécies comuns a espécies não tão comuns, saiba o que este magnífico mundo natural tem para oferecer, em “Natura”. Seja bem-vindo.

Hoje, vamos começar com os primatas, mais concretamente com os chimpanzés-comuns, os parentes vivos mais próximos do Ser Humano.

CHIMPANZÉ COMUM (PAN TROGLODYTES)
FAMÍLIA: HOMINIDAE
SUB-FAMÍLIA: HOMININAE
SURGIMENTO: 4 MILHÕES DE ANOS ATRÁS
ESTADO DE CONSERVAÇÃO: AMEAÇADO

Tal como foi dito anteriormente, os chimpanzés-comuns são os parentes vivos mais próximos do Ser Humano. juntamente com o Bonobo, outra espécie de Chimpanzés, na qual iremos falar na próxima semana.  99% do DNA de um chimpanzé é idêntico ao do Ser Humano. O Chimpanzé-Comum pertence á família dos Hominidae, juntamente com o Ser Humano, gorilas e orangotangos e é capaz de ser reconhecer ao próprio espelho (coisa que poucos animais conseguem) e de aprender alguns sinais gestuais.
ONDE SE ENCONTRAM?
Os Chimpanzés-comuns vivem na África Central e Ocidental e estimam-se que hajam entre 170.000 a 300.000 espécies dos mesmos a viver em estado selvagem. O seu estado de conservação está ameaçado. Há um século atrás, estimava-se que haviam aproximadamente 2 milhões de chimpanzés em África, mas a destruição do seu habitat, a caça e as doenças, são as principais ameaças que o Chimpanzé tem de enfrentar e os principais motivos da sua morte e do seu perigo de extinção.
CARACTERÍSTICAS

O chimpanzé-comum é considerado mais robusto que o Bonobo… Os chimpanzés-comuns machos podem pesar entre 40 a 65kg, e medir entre 1.30 a 1.60cm de altura. Já as fêmeas, podem medir até 1.30cm e pesar entre 32 a 47kg. Têm um período de gestação de 8 meses (a dos humanos é de 9 meses) e os seus filhos são amamentados até aos 3 anos de idade. Os chimpanzés-comuns mantêm uma relação estreita com as suas mães até atingirem a puberdade entre os seus 8 a 10 anos de idade. Em cativeiro, um chimpanzé-comum pode viver, em média, até 50 anos.
Estão cobertos de pêlos pretos, exceto na face, nos dedos, nas palmas das mãos e nas solas dos pés e usam uma grande variedade de expressões faciais.
MODO DE VIVER

Os chimpanzés-comuns vivem em grupos que podem variar entre 15 a 150 indivíduos, embora viagem durante o dia em grupos pequenos… Entretanto quer os chimpanzés-comuns machos ou fêmeas podem viajar sozinhos, por vezes. Eles podem ser encontrados conforme os seguintes grupos: apenas chimpanzés-comuns machos, chimpanzés-comuns fêmeas, adultos, mais o seu/seus filho/filhos ou uma chimpanzé-comum fêmea mais o seu/seus filho/filhos. Ambos os sexos têm complexos sistemas de relação social entre si…
No topo da sua cadeia encontramos o macho, que normalmente, procura comida e protege os outros chimpanzés-comuns do seu grupo. São o sexo dominante… Esta espécie vive numa hierarquia machista, em que os machos dominam as fêmeas.
Os chimpanzés-comuns acasalam ao longo do ano, dependendo do número de fêmeas que se encontram com cio. As chimpanzés-comuns fêmeas ficam com cio de uma forma mais regular, quando a comida é abundante ou mais comum no sítio onde vivem ou se encontram. Por vezes, os chimpanzés-comuns acasalam em grupos com as suas fêmeas, podendo até ocorrer uma competição de esperma. Mas também pode ocorrer o facto de chimpanzés-comuns fêmeas acasalarem com grupos vizinhos, em vez de com machos do seu próprio grupo.
DIETA

Os chimpanzés-comuns são omníveros e a sua dieta pode variar de acordo com o número de chimpanzés-comuns num grupo ou de acordo com as estações do ano. As frutas compreendem cerca de metade da sua dieta, embora as folhas e as cascas das árvores sejam igualmente importantes na sua alimentação. Eles podem também comer mel, formigas (no qual usam ferramentas próprias como paus, pedras, entre outros objetos, para adquirir mel, térmitas e formigas), térmitas, nozes, pássaros e seus ovos, bem como pequenos e médios mamíferos, assim como outros primatas. 

História – Rubrica 5

R.5 – 15/12/2012

A verdadeira história de um ser não está naquilo que fez, mas naquilo que pretendeu fazer. (Thomas Hardy)

Egito. Uma das maiores civilizações da história. Durante 3 milénios, esta civilização foi palco de lutas, confrontos entre familiares, auge e glória como declínio e pobreza. A sua cultura, a sua mitologia, a sua arquitetura, entre outros será analisada ao promenor durante 15 episódios em História. Hoje, falaremos do Império Antigo.


                       3200 A.C. – EGITO

Narmer (Menés), o primeiro faraó de um Egito unificado. Começava a Época Tinita, designado por um período ainda, de certo modo, protodinástico e que iria durar de 3200 a.C. até 2778 a.C. Começava também o início de um dos maiores impérios da antiguidade.

O IMPÉRIO ANTIGO
CAPITAL : MÊNFIS
MONUMENTOS: PIRÂMIDES DE GIZÉ, ESFINGE, PIRÂMIDE DE DJOSER
DURAÇÃO: DESDE 2686 A.C. A 2181 A.C.
FARAÓS MAIS FAMOSOS: DJOSER, KHEFREN, QUÉOPS, MIQUERINOS


O Império Antigo foi marcado pela unificação do Egito pelo faraó Narmer (Menés) e também pela construção de várias pirâmides como forma de túmulo dos faraós.
Durante essa altura, os egípcios foram um povo pacífico e mantinham-se completamente isolados de outros povos. Também se desenvolveu a agricultura e a irrigação dos terrenos, através do Nilo, um fator importantíssimo no Egito.

As dinastias mais marcantes durante esse período foram a Terceira (da qual as figuras mais importantes foram o faraó Djoser e o seu vizir, Imhotep) e a Quinta (da qual as figuras mais importantes foram Khefren, Quéops e Miquerinos).

O Império Antigo começou a entrar em declíno, devido ao enfraquecimento do poder egípcio, aos ataques de nómadas vindos do deserto e á maior fonte de vida egípcia, começar a secar. O Egito entrou em seca extrema e a fome assolou o país. Começara uma revolução que resultaria no Primeiro Período Intermédio Egípcio, que duraria mais de 100 anos.

História – Rubrica 4

R.4 – 15/12/2012

A verdadeira história de um ser não está naquilo que fez, mas naquilo que pretendeu fazer. (Thomas Hardy)

Durante 4 episódios mostrámos a evolução humana, desde do Austrolopithecus ao Homem atual. Bem-vindo ao último episódio de “Os Primeiros Hominídeos”.

              HOJE – TODO O MUNDO

Quando falamos em hominídeos, associamos logo aos “macacos”, macacos esses que foram as nossas “raízes” durante milhões de anos, evolução após evolução, o “macaco” tornou-se aquilo que somos nós hoje. Hoje vamos explorar o Homo Sapiens, ou seja, o ser humano.

                    HOMO SAPIENS

VIVEM DESDE 0,5 MILHÕES A.C.
O Homo Sapiens (ou também conhecido por ser humano) é a 3ª e a mais recente da linhagem dos Homos. Estes são os sucessores do Homo Erectus e atualmente existem 7 biliões deles, espalhados pelo mundo inteiro.

         MORFOLOGIA
A morfologia do Homo Sapiens não é muito diferente da morfologia do seu antecessor, o Homo Erectus. Possuímos cerca 1.5/1.8 metros e o nosso peso é de cerca de 54/64 kg para as mulheres e 76/83 kg para os homens. O tamanho do cérebro tem cerca de 1400cm3, muito maior que qualquer dos outros primatas. Existem varias étnias ou raças no ser humano… Hoje existem pessoas de cor amarela (ex: asiáticos), negra (ex: africanos), vermelha (ex: nativos americanos) e branca (ex: europeus).


     FORMA DE VIVER
Antes do Homo Sapiens, os humanos estavam condicionados á proximidade de água, de terrenos para a prática da agricultura e de animais. Hoje, o ser humano consegue alterar o seu próprio habitat, fazer cidades, mudar o mundo… Hoje, existem mais de 200 países, cada um com a sua cultura e os seus costumes. A arte, a literatura, a comida, a música, a espiritualidade e a religião são grandes fatores na sociedade e na cultura do ser humano atual. Hoje, também existe guerra e ódio, existe discriminição, motivação e emoção, existem sentimentos… Hoje, existe pensamento e é isto que faz de nós, seres humanos e o mais importante que ser um ser humano, é ser um ser racional.


História – Rubrica 3

R.3 – 18/02/2012

A verdadeira história de um ser não está naquilo que fez, mas naquilo que pretendeu fazer. (Thomas Hardy)

Durante 4 episódios iremos mostrar todas as espécies de hominídeos, uma parte da Pré-História.

              1,8 MILHÕES DE ANOS ATRÁS – ÁFRICA

Quando falamos em hominídeos, associamos logo aos “macacos”, macacos esses que foram as nossas “raízes” durante milhões de anos, evolução após evolução, o “macaco” tornou-se aquilo que somos nós hoje. Hoje vamos explorar o Homo Erectus.

                                     HOMO ERECTUS

VIVERAM ENTRE 1,8 MILHÕES A 500.000 A.C.

O Homo Erectus foram a segunda espécie da linhagem dos Homos, com muitas diferenças em relação ao seu antecessor, o Homo Habilis. Quando os Homo Erectus se extinguiram, nasceu uma nova espécie, o ser humano. Estes são os nossos antecessores.
           MORFOLOGIA

A morfologia do Homo Erectus evoluiu imenso, ao contrário do seu antecessor, esta espécie de hominídeos não era semelhantes ao Homo Habilis. Tinham cerca de 1,3/1,7 metros de altura e pesavam cerca de 70 quilos. O seu volume craniano era de 750 e 1250 cm3 (cerca de 50 vezes mais que o seu antecessor). Teve 6 subespécies, os yuanmouensis, lantianensis, wushanensis, pekinensis, palaeojavanicus soloensis. Esta foi das espécies mais bem sucedidas da geração dos Homos.

             FORMA DE VIVER

A forma de viver dos Homo Erectus evoluiu também imenso. Habitavam em cavernas e já começavam a fabricar instrumentos tais como o machado de mão, ferramentas de madeira e algumas armas para caçar animais. Alimentavam-se de vegetais, folhas, frutas, raízes e animais. Muitos dos animais que caçavam eram assados no fogo. A pele dos animais foi usada para se protegerem de mosquitos e outros animais voadores, usada na parte genital principalmente.

           PAPEL NA EVOLUÇÃO HUMANA

Os Homo Erectus foram bastante importantes para a evolução humana, inventaram o fogo e a utilização do vestuário. Vários instrumentos também foram inventados. O Homo Erectus iniciou a expansão humana, ou seja, viajou de África para a Europa e Ásia onde chegou a estar na Índia, China e Java.


História – Rubrica 2

R.2 – 15/12/2012

A verdadeira história de um ser não está naquilo que fez, mas naquilo que pretendeu fazer. (Thomas Hardy)

Durante 4 episódios iremos mostrar todas as espécies de hominídeos, uma parte da Pré-História.

              2 MILHÕES DE ANOS ATRÁS – ÁFRICA

Quando falamos em hominídeos, associamos logo aos “macacos”, macacos esses que foram as nossas “raízes” durante milhões de anos, evolução após evolução, o “macaco” tornou-se aquilo que somos nós hoje. Hoje vamos explorar o Homo Habilis, o primeiro hominídio da nossa linhagem, a linhagem dos Homos.
                               HOMO HABILIS
VIVERAM ENTRE 2 A 1,5 MILHÕES A.C.

O Homo Habilis foi o primeiro hominídio da linhagem dos Homos. Os Homo Habilis viveram entre 2 a 1,5 milhões de anos a.C. A sua designação provém de Homem Habilidoso, devido ás grandes ferramentas primitivas que eles inventaram. Eram bastante semelhantes ao Austrolopithecus.

     MORFOLOGIA E FORMA DE VIVER

Os Homo Habilis em bastante semlhantes ao Austrolopithecus, tinham cerca de 1/1.3 metros de altura e pesavam cerca de 30 a 40 quilos. Era omnívoro… A sua face ainda era primitiva, os seus dentes traseiros eram pequenos, mas um bocado maiores que os do ser humano atual. Falam rudimentalmente, devido á sua saliência na área da Broca, que é essencial á fala. O tamanho do cérebro de 650cc, maior que o dos Austrolopithecus mas ainda é menor que o seu sucessor, o Homo Erectus. A sua forma de viver era bastante semelhante á do Austrolopithecus.

      PAPEL NA EVOLUÇÃO HUMANA

Inventaram a utilização de vários objetos, entre os quais os da pedra lascada o que lhe deu o nome de homem habilidoso.



História – Rubrica 1

R.1 – 15/12/2012

A verdadeira história de um ser não está naquilo que fez, mas naquilo que pretendeu fazer. (Thomas Hardy)

Durante 4 episódios iremos mostrar todas as espécies de hominídeos, uma parte da Pré-História.

              3 MILHÕES DE ANOS ATRÁS – ÁFRICA

Quando falamos em hominídeos, associamos logo aos “macacos”, macacos esses que foram as nossas “raízes” durante milhões de anos, evolução após evolução, o “macaco” tornou-se aquilo que somos nós hoje. Começamos com o Austrolopithecus, a primeira espécie de hominídeos á face da Terra.

                    AUSTROLOPITHECUS
VIVERAM ENTRE 4 A 2 MILHÕES A.C.

Os austropithecus foram uma geração de primatas hoje extintos. O nome vem do latim australis (do sul) e do grego pithekos (macacos), pois eles “nasceram” em África, o berço da civilização humana. 
Foram até agora encontradas 5 espécies do género dos Austrolopithecus. O Anamesis, Afarensis, Africanus, Garhi e os Sediba.

        MORFOLOGIA
Os Austrolopithecus tinham uma altura de 1,2 metros e a maior parte dos seus cerébros são 35 por cento menores que as do ser humano atualOutras características presentes eram o Bipedismo, uma fronte baixa e os maxilares bastantes salientes. As características sexuais eram pouco marcantes – a não ser na altura, onde o macho era 50 por cento maior que a fêmea (hoje, o homem e 15 por cento mais alto que a mulher). Na linguagem, estudos comprovam que a língua não se movimentava muito, ou seja, não utilizavam uma linguagem muito mais sofisticada que a de um simples chimpanzé.

      FORMA DE VIVER

A forma de vida desses hominídeos era muito simples, (apesar de serem mais parecidos com o Ser Humano do que com o macaco) limitavam-se a recolher o que a Natureza lhes dava, uma vez que ainda não sabiam cultivar. Na alimentação, o austrolopithecus tinha uma dieta alimentar constituída á base de fruta, legumes ou tubérculos. Outros estudos revelaram também que este espécie era omnívora, alimentando-se assim quer de alimentos de origem animal ou vegetal. Esses hominídeos também não utilizavam muitos instrumentos…
Sendo assim, os Austrolopithecus eram nómadas recoletores.

        PAPEL NA EVOLUÇÃO HUMANA

A existência destes hominídeos provou que a inteligência humana surgiu ao mesmo tempo que a bipedia e não como se pensava antes (a inteligência primeiro, a bipedia depois). Esta teoria apareceu uma vez que o Austrolopithecus tinham um cérebro do tamanho de um chimpanzé e era bipedes.
Além disto, esta foi o 1º género de hominídos á face da Terra, ou seja, foi apartir deles que tudo começou, neste caso, o ser humano.

Destinos – Rubrica 9

R.9 – 15/12/2012

50 Cidades, 50 Países, 50 Destinos…

Vamos deixar a cultura alemã e a cidade de Frankfurt para a irmos á cultura escadinava. Falo de Helsínquia, o maior centro político, financeiro e educacional da Finlândia e a sua maior cidade. Conheça hoje a Capital do Design 2012 e os seus melhores pontos. Seja bem-vindo a mais um excelente destino.

Helsínquia é a capital finlandesa e a sua maior cidade. Fundada em 1550, pelo rei Gustavo I da Suécia como uma alternativa á cidade de Tallinn, na Estónia. Séculos mais tarde, a Finlândia acabaria por ser ocupada pelos Russos e Helsínquia tornou-se capital da província autónoma russa da Finlândia. Quando a Finlândia se tornou independente, em 1917, Helsíquia tornou-se capital. A cidade está localizada no Golfo da Finlândia e tem uma população de cerca de 1 179 000 habitantes.
Começamos com a Catedral de Helsínquia, uma igreja luterana, situada no centro da cidade. Foi originalmente construída como tributo ao czar Nicolau I, tendo sido conhecida como a Igreja de S. Nicolau até 1917. Foi construída entre 1830 e 1852 com um estilo neo-clássico. Em 1959, a igreja tornou-se uma catedral e hoje é utilizada para casamentos e serviços litúrgicos. Entretanto, também pode encontrar um café e, certas vezes, a catedral dá lugar a exposições ou concertos.

Depois de visitar a catedral, visite a Fortaleza de Suomenlinna. Construída no séc. XVIII, esta fortaleza serviu para a defesa sueca contra os ataques russos. Hoje é palco de galerias de arte e também está sediada aí a Escola Naval Finlandesa. O conjunto da fortaleza de Suomenlinna é considerado Património Mundial pela UNESCO desde 1991. Na Finlândia, o nome de Suomenlina quer dizer “Castelo Finlandês”.

Numa pequena ilha de Helsínquia, encontrará o parque ao ar livre de Seurasaari. Este parque contém várias casas rústicas e antigas finlândesas assim como atividades tais como praticar várias atividades em vestidos tradicionais antigos. Meio-dia de visita a este museu custa por volta de 6€ e poderá explorar e visitar as coisas mais maravilhosas dele, nem que se seja para ver esquilos a roubarem mochilas com comida.


Outro parque bastante conhecido na Finlândia é o parque de Sibelius, que contém o famoso monumento de Sibelius (na imagem ao lado), monumento esse dedicado ao compositor finlandês, Jean Sibelius (1865-1957). Revelado a 7 de Setembro 1957, várias versões deste  monumento encontram-se em cidades como Paris, França e no exterior do edifício das Nações Unidas, em Nova Iorque. O monumento tem 24 metros e 600 tubos.

E porque uma visita a uma cidade não fica completa sem se fazerem umas compras, para isso, nada melhor que o Kamppi Center. Este centro comercial é bastante bom no que trata a comodidade pois junta uma paragem de autocarro, metro, estacionamento subterrâneo, cafés e hipermercados e uma área residencial tudo num só local. O shopping abriu em 2006.

E para acabar, vamos visitar o Kiasma, um museu contemporâneo finlandês. O museu foi construído em 1996 e concluído dois anos mais tarde, em 1998. O museu possuí vários cafés, galerias, workshops e lojas. Se gosta de pintar e não encontra sossego, então este será sem dúvida o melhor sítio para pintar, uma vez que as salas são bastante silenciosas. Apesar disso, não se arrependerá de visitar este maravilhoso museu.


CLASSIFICAÇÃO: 4 ESTRELAS
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